top of page


Tarifas impostas pelos EUA abalam empresas canadenses e geram problemas na economia
As novas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos canadenses demonstram como decisões de política comercial podem produzir efeitos concretos sobre empresas, trabalhadores e cadeias produtivas inteiras. Embora a discussão tarifária esteja inserida em um contexto macroeconômico e político, seus efeitos chegam diretamente ao cotidiano de pequenos e médios negócios, inclusive daqueles ligados à indústria da moda.
há 2 dias8 min de leitura


O que as novas regras da Suprema Corte da China sobre a IA ensinam ao Fashion Law?
A inteligência artificial deixou de ser uma tecnologia restrita a ambientes especializados e passou a integrar atividades criativas, empresariais e publicitárias. Na indústria da moda, ferramentas de IA já podem ser utilizadas para criação de imagens, edição de fotografias, produção de vídeos, desenvolvimento de campanhas, geração de modelos virtuais e criação de conteúdos para redes sociais.
há 3 dias6 min de leitura


O que o e-commerce da Nautica no Brasil revela sobre expansão de marcas?
A expansão de marcas internacionais para novos mercados costuma envolver muito mais do que uma estratégia comercial. Quando uma empresa decide estabelecer presença direta em determinado país, especialmente por meio de uma plataforma própria de comércio eletrônico, diferentes relações jurídicas precisam ser estruturadas para garantir segurança à operação.
há 4 dias9 min de leitura


Mercado de luxo: quando uma disputa de marca pode impactar o valor de uma gigante da moda?
O mercado europeu de bens de luxo atravessa um período de pressão e, segundo analistas do HSBC Holdings Plc, a perspectiva para o segundo semestre permanece desafiadora. Entre os fatores que vêm afetando o setor estão a redução da demanda no mercado chinês, a diminuição dos gastos de turistas em razão das tensões geopolíticas e a desaceleração das vendas em importantes mercados consumidores.
há 5 dias9 min de leitura


A legislação consegue acompanhar a velocidade da ultra-fast fashion?
A velocidade com que a indústria da moda se transforma tem colocado o Direito diante de um desafio cada vez mais complexo: como criar regras capazes de acompanhar modelos de negócio que se desenvolvem em ritmo muito superior ao dos processos tradicionais de produção, comercialização e fiscalização?
há 5 dias8 min de leitura


Fashion Law: o que o relançamento da Paravel revela sobre o valor jurídico de uma marca?
O relançamento de uma marca depois de uma aquisição pode representar uma oportunidade de renovação, mas também exige cuidado para preservar os ativos que fizeram aquela empresa conquistar reconhecimento no mercado. É justamente esse movimento que está sendo observado com a Paravel, marca americana especializada em produtos de viagem, que será relançada pelo ATR Group após sua aquisição em agosto do ano passado.
há 5 dias6 min de leitura


Quando uma parceria estratégica chega ao fim: o que o caso AWWG e G-III ensina ao Direito da Moda?
O encerramento de uma parceria entre grandes grupos da indústria da moda demonstra como decisões empresariais e questões jurídicas caminham lado a lado nesse mercado. A AWWG (All We Wear Group), grupo espanhol especializado em moda, e a americana G-III Apparel Group decidiram encerrar a estrutura de gestão que mantinham em determinados mercados europeus.
há 6 dias5 min de leitura


Como a propriedade intelectual aparece na moda?
Quando falamos em propriedade intelectual na moda, é comum pensar imediatamente no registro de uma marca. Mas a proteção jurídica da indústria da moda é muito mais ampla. Uma coleção, por exemplo, pode envolver diferentes criações e ativos que precisam ser juridicamente analisados e protegidos.
12 de set.8 min de leitura


Hugo Boss + Frasers Group: Quem controla uma marca também pode definir os rumos do seu negócio
A disputa pelo controle da Hugo Boss ganhou um novo capítulo. O Frasers Group comunicou ao mercado que pretende ampliar sua participação na companhia alemã e ultrapassar a marca de 50% do capital social e dos direitos de voto. Atualmente, o grupo detém 47,89% da empresa, o equivalente a 33.054.959 ações.
11 de set.7 min de leitura
bottom of page