

Cibersegurança na moda: H&M investiga possível ataque hacker
O Grupo H&M, proprietário de marcas como H&M, COS, ARKET e Monki, está investigando relatos de um possível incidente de segurança cibernética envolvendo parte de seus dados. Segundo informações divulgadas pelo jornal The Times, o grupo de criminosos conhecido como ShinyHunters teria alegado ter acessado informações da companhia.
há 4 minutos


Como a ofensiva fiscal da China pressiona as grandes marcas?
O mercado global de luxo enfrenta uma combinação de desafios: o endurecimento da fiscalização tributária na China, a desaceleração dos gastos nos Estados Unidos e as incertezas geopolíticas. Esse cenário aumenta a pressão sobre marcas que dependem de consumidores de alta renda para sustentar seu crescimento.
há 6 horas


Concorrência desleal: por que a Shiseido está processando a Shein?
A Beauté Prestige Internationale (BPI), empresa francesa do grupo japonês Shiseido, entrou com uma ação judicial contra a Shein e exige mais de € 2,6 milhões em indenização pela comercialização de produtos de beleza fora de sua rede de distribuidores autorizados.
há 1 dia


Chanel questiona no judiciário se informar que um produto é falso elimina a violação de marca
A disputa judicial envolve a Chanel e empresas relacionadas à varejista Taroo, que possui estabelecimentos em Nova York e nos Hamptons. A grife acusa a empresa e sua proprietária, Theresa Russo, de comercializar reiteradamente produtos supostamente falsificados, mesmo após terem sido notificadas sobre os direitos marcários da Chanel.
há 1 dia


A expansão da Veja e os desafios jurídicos da inovação sustentável
A chegada da Mini Etna representa mais um movimento da Veja na diversificação de seu portfólio. A marca, fundada em 2004 pelos franceses Sébastien Kopp e François-Ghislain, desenvolveu parte importante de sua cadeia produtiva no Brasil e construiu seu posicionamento em torno da utilização de matérias-primas como algodão agroecológico, borracha nativa da Amazônia e materiais reciclados ou renováveis.
há 2 dias


Anta Sports se torna a maior acionista da Puma
A conclusão da aquisição de 29,06% da Puma pela Anta Sports representa um movimento significativo na indústria global de artigos esportivos. Pelo valor anunciado de € 1,51 bilhão, a companhia chinesa adquiriu uma participação que a tornou a principal acionista da fabricante alemã, anteriormente detida, nesse percentual, pela holding Artémis, ligada à família Pinault.
há 3 dias










































